Meu interesse por fotografia vem de longa data.
Na realidade a forma como abordo a paisagem e as pessoas não tem se modificado muito ao longo dos anos.
Posso dizer que desde minha infância, quando começo minhas experiências em fotografia, duas são as tônicas em minhas imagens: a improvisação e o olhar distante, escondido.
A maior parte de minhas imagens não é projetada. São instantâneos captados da observação rápida de alguma situação, da paisagem e principalmente, dos fenômenos atmosféricos. Ao captar essas imagens é como se as roubasse do cotidiano, pois tenho muita dificuldade de me expor ao objeto da fotografia, seja ele uma pessoa ou mesmo a paisagem.
Alguns chamariam esse comportamento de voyerístico mas existe um outro componente no processo de captação dessas imagens que talvez seja mais importante: a necessidade de trazer para perto aquilo que está muito distante.
Como que num teletransporte tento trazer aquilo que pouco consigo enxergar, que as vezes está a quilometros de distância, para a proximidade dos meu rosto.
Sempre tenho a surpresa de descobrir coisas novas em minhas imagens, coisas que nem eu sabia que havia captado quando pela primeira vez mirei meu objeto.
Abaixo veja algumas de minhas imagens recentes. Clique nas imagens para iniciar o slideshow.
Na realidade a forma como abordo a paisagem e as pessoas não tem se modificado muito ao longo dos anos.
Posso dizer que desde minha infância, quando começo minhas experiências em fotografia, duas são as tônicas em minhas imagens: a improvisação e o olhar distante, escondido.
A maior parte de minhas imagens não é projetada. São instantâneos captados da observação rápida de alguma situação, da paisagem e principalmente, dos fenômenos atmosféricos. Ao captar essas imagens é como se as roubasse do cotidiano, pois tenho muita dificuldade de me expor ao objeto da fotografia, seja ele uma pessoa ou mesmo a paisagem.
Alguns chamariam esse comportamento de voyerístico mas existe um outro componente no processo de captação dessas imagens que talvez seja mais importante: a necessidade de trazer para perto aquilo que está muito distante.
Como que num teletransporte tento trazer aquilo que pouco consigo enxergar, que as vezes está a quilometros de distância, para a proximidade dos meu rosto.
Sempre tenho a surpresa de descobrir coisas novas em minhas imagens, coisas que nem eu sabia que havia captado quando pela primeira vez mirei meu objeto.
Abaixo veja algumas de minhas imagens recentes. Clique nas imagens para iniciar o slideshow.
